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	<title>Vida Saudável &#187; recursos humanos</title>
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	<description>Vida Saudável</description>
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		<title>Como se preparar para uma entrevista de emprego?</title>
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		<pubDate>Wed, 20 Feb 2013 17:37:49 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[Mandou currículo, esperou uma resposta, trocou alguns e-mails ou telefonemas e agora, finalmente, vem a parte mais temida do processo: a entrevista de emprego. Estar frente a frente com um recrutador, sendo avaliado a cada resposta, pode deixar qualquer um muito nervoso, a ponto de cometer erros comuns. Primeiramente, é importante lembrar que se você [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img class="alignleft size-full wp-image-685" title="entrevista2" src="http://coopus.org.br/blog/wp-content/uploads/2013/02/entrevista2.jpg" alt="" width="250" height="250" />Mandou currículo, esperou uma resposta, trocou alguns e-mails ou telefonemas e agora, finalmente, vem a parte mais temida do processo: a entrevista de emprego. Estar frente a frente com um recrutador, sendo avaliado a cada resposta, pode deixar qualquer um muito nervoso, a ponto de cometer erros comuns. Primeiramente, é importante lembrar que se você está sendo convocado para a entrevista, significa que seu currículo foi atrativo e considerado adequado para exercer aquela função. Agora, é o momento de demonstrar os talentos e habilidades. Para não ter problemas, separamos algumas dicas que poderão te ajudar nesse momento:</p>
<p>- <strong>Tente se informar o máximo possível sobre a empresa e as atividades que ela desempenha.</strong> Se tiver um tempinho, além das informações básicas, procure notícias e novidades sobre a área de atuação ou inovações na área. Se for fazer uma entrevista em uma multinacional, por exemplo, é importante conhecer os países em que ela tem filiais.</p>
<p>- <strong>Conheça o próprio currículo.</strong> Pegará muito mal se o entrevistador fizer uma pergunta sobre o seu currículo e você não se lembrar ou não souber explicar. Dê uma lida antes de sair de casa, pensando em como cada experiência poderá te ajudar. Se você nunca trabalhou, lembre-se que atividades voluntárias poderão contar como experiência. Além disso, não fale mal de sua antiga empresa e procure ressaltar como você contribuiu para os projetos em que esteve envolvido, com sinceridade.</p>
<p>- <strong>Atenção para a pontualidade.</strong> Chegar com muita antecedência ou atrasado não são indicados em reuniões corporativas. O indicado é chegar alguns minutos antes. Se não conhece a cidade ou tem dúvidas sobre o melhor caminho, não tenha vergonha de informar o recrutador e pedir referências. Se perceber que está muito atrasado, o mais indicado é telefonar ou mandar uma mensagem informando o atraso e perguntar se a entrevista pode ser remarcada.</p>
<p><strong>-  Boa aparência, mas sem excessos.</strong> Em entrevistas de emprego é melhor não ousar e se vestir com neutralidade, mesmo se a empresa for pequena ou bem informal. Para os homens, barba e cabelo bem aparados e sem acessórios como óculos de sol ou boné. Já as mulheres, cuidado especial com roupas justas ou decotadas, que poderão atrapalhar.</p>
<p><strong>- Postura é fundamental.</strong> De nada servirá um currículo impecável se você estiver mascando chiclete ou recendo chamadas no celular durante a entrevista. Para evitar esses problemas, é fundamental manter uma postura adequada e só falar ou sentar quando for indicado. Além disso, cuidado com o excesso de gesticulação ou o tom da voz, que poderão passar uma imagem de insegurança ou nervosismo. Procure adotar uma postura relaxada, sorrir quando oportuno e olhar o entrevistador nos olhos, para demonstrar segurança.</p>
<p><strong>- Só responda o que te perguntarem.</strong> O mais importante é ser claro e objetivo, mas sem ser responder apenas ‘sim’ ou ‘não’. Não queria transformar o entrevistador em um amigo e contar detalhes da sua intimidade. Além disso, é muito comum que os recrutadores te perguntem sobre pretensão salarial, horário de trabalho, disponibilidade em viajar e até metas maiores como plano de carreira ou ‘qual seu maior defeito e qualidade’. É importante ter respostas para esse tipo de questionamento.</p>
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		<title>Fim do ano: momento de repensar a carreira!</title>
		<link>http://coopus.org.br/blog/index.php/2012/fim-do-ano-momento-de-repensar-a-carreira/</link>
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		<pubDate>Thu, 13 Dec 2012 12:37:58 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Coopus</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Muitas vezes, o ano passa tão rápido que não há momentos de reflexão ou planejamento. O fim de ano, mesmo com tantos compromissos pessoais e profissionais, é um bom momento para refletir sobre a carreira e aproveitar as contratações temporárias para mudar de área ou começar a trabalhar. Antes de qualquer mudança, entretanto, é necessário [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img class="alignleft size-full wp-image-589" title="emprego2" src="http://coopus.org.br/blog/wp-content/uploads/2012/12/emprego2.jpg" alt="" width="250" height="250" />Muitas vezes, o ano passa tão rápido que não há momentos de reflexão ou planejamento. O fim de ano, mesmo com tantos compromissos pessoais e profissionais, é um bom momento para refletir sobre a carreira e aproveitar as contratações temporárias para mudar de área ou começar a trabalhar. Antes de qualquer mudança, entretanto, é necessário planejar!</p>
<p>O primeiro passo é avaliar, com sinceridade e maturidade, sua situação atual: sente-se realizado na atividade que exerce? Atingiu os objetivos propostos para 2012? Se a situação não está confortável, é necessário encontrar o motivo dessa desmotivação, que pode ser a remuneração, o ambiente de trabalho ruim, falta de perspectivas ou, simplesmente, um esgotamento com o cargo ou empresa. Encontrar os reais motivos da insatisfação será indispensável para não mudar de emprego e continuar sentindo-se mal. Muitas vezes, o salário nem é o fator decisivo nessa mudança, já que uma pesquisa indicou que os trabalhadores brasileiros se importam mais com reconhecimento profissional e plano de carreira.</p>
<p>Depois de avaliar os problemas, é o momento de começar a planejar como resolve-los. Isso não significa pedir demissão ou sair distribuindo currículos para todos os cantos! É importante conversar com colegas, familiares e até com os superiores em busca de conselhos e, quem sabe, melhores oportunidades. Se deseja mudar de área, por exemplo, comece a procurar os cursos de qualificação que poderão deixar o currículo mais atrativo para o segmento desejado. Além disso, mantenha sempre uma rede de contatos bem atualizada, que poderão te oferecer boas oportunidades de trabalho.</p>
<p>Essa época do fim do ano também pode ser uma oportunidade de começar ou voltar a trabalhar, com as vagas temporárias oferecidas nessa época. Mesmo que não seja na área desejada, pode ser uma oportunidade de conseguir um dinheiro extra, além de ser uma forma de entrar no mercado de trabalho e estar em contato com novas oportunidades. O importante é aproveitar esse fim de ano para planejar os rumos que sua carreira tomará no futuro, mesmo que isso implique uma mudança radical.</p>
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		<title>Quando a timidez atrapalha no trabalho?</title>
		<link>http://coopus.org.br/blog/index.php/2012/quando-a-timidez-atrapalha-no-trabalho/</link>
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		<pubDate>Wed, 28 Nov 2012 12:28:13 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Coopus</dc:creator>
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		<description><![CDATA[No ambiente profissional, ele (ou ela) é um colaborador esforçado, daqueles que chegam no horário, cumpre as metas e não costuma reclamar. Nas reuniões ou encontros, prefere ficar calado e não expõe ideias ou opiniões. Na hora de falar com desconhecidos ou se apresentar em público, o nervosismo é ainda mais evidente. Se você se [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img class="alignleft size-full wp-image-585" title="timidez2" src="http://coopus.org.br/blog/wp-content/uploads/2012/11/timidez2.jpg" alt="" width="250" height="250" /></p>
<p>No ambiente profissional, ele (ou ela) é um colaborador esforçado, daqueles que chegam no horário, cumpre as metas e não costuma reclamar. Nas reuniões ou encontros, prefere ficar calado e não expõe ideias ou opiniões. Na hora de falar com desconhecidos ou se apresentar em público, o nervosismo é ainda mais evidente. Se você se encaixa nessa descrição, talvez já tenha vivido alguma situação em que a timidez atrapalhou a vida acadêmica ou profissional. Muitas vezes, ser muito tímido pode diminuir as chances de ascensão dentro da empresa e até prejudicar os relacionamentos pessoais. A boa notícia é que é possível melhorar, e muito, essa situação!</p>
<p>Primeiramente, a timidez não é necessariamente algo nocivo, mas um traço de personalidade que algumas pessoas desenvolvem. Normalmente, os tímidos temem as críticas ou possibilidade de fracasso e preferem continuar na zona de conforto e evitar contatos pessoais. São aquelas pessoas que não gostam de se apresentar em público, sentem-se ansiosos em ambientes desconhecidos, gaguejam ou esquecem palavras em apresentações e evitam chamar atenção. Em profissões mais técnicas, é possível que a timidez não prejudique no dia a dia, mas se optar por áreas de comunicação e atendimento ao público, é necessário vencer o nervosismo.</p>
<p>De maneira geral, o mercado de trabalho procura pessoas quem transmitam segurança e credibilidade. Falar bem em público, ou se apresentar com naturalidade aos clientes e parceiros pode ser um diferencial na evolução profissional. Nas entrevistas de emprego, o excesso de timidez e nervosismo pode colocar a perder as chances de contratação, justamente por não conseguir mostrar toda a capacidade e conhecimento. Porém, não pense que por ser tímido você será excluído do mercado: para alguns cargos uma pessoa mais discreta e perfeccionista é o perfil mais indicado.  Além disso, sentir-se tímido em algum momento ou situação especifica é comum, especialmente em entrevistas de emprego ou quando começamos a trabalhar em um ambiente diferente. Nesses casos, a timidez vai diminuindo progressivamente, conforme a pessoa vai conhecendo melhor a rotina e colegas.</p>
<p>Se você é muito tímido não precisa se desesperar, já que existem diversos treinamentos e cursos que podem ajudar a diminuir a timidez e, aos poucos, aumentar a autoconfiança. Algumas dicas podem ajudar no dia a dia, como avaliar honestamente os pontos fortes e áreas de interesse: ficamos mais confortáveis em situações em que temos controle. Além disso, evite criar expectativas irreais, já que é importante lembrar que fatores externos não podem ser controlados e imprevistos podem acontecer. Sempre que for falar em público ou participar de uma reunião, faça uma pesquisa prévia dos assuntos que serão debatidos. O mais importante é reconhecer a timidez e não tentar fingir ou disfarçar o nervosismo. Acredite no seu potencial e talento, sem medo de se expor!</p>
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		<title>Problemas com o chefe?</title>
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		<pubDate>Wed, 31 Oct 2012 13:01:16 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Coopus</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Quem não se recorda do filme O Diabo Veste Prada? Na trama, a jovem jornalista sofre diversas humilhações e recebe pedidos impossíveis de serem realizados pela chefe, a poderosa editora de uma revista de moda que amedronta os subordinados, em busca de respeito e excelência no trabalho. Deixando a ficção de lado, na vida real [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img class="alignleft size-full wp-image-549" title="chefe3" src="http://coopus.org.br/blog/wp-content/uploads/2012/10/chefe3.jpg" alt="" width="250" height="250" />Quem não se recorda do filme <strong>O Diabo Veste Prada</strong>? Na trama, a jovem jornalista sofre diversas humilhações e recebe pedidos impossíveis de serem realizados pela chefe, a poderosa editora de uma revista de moda que amedronta os subordinados, em busca de respeito e excelência no trabalho. Deixando a ficção de lado, na vida real o estereótipo do chefe carrasco e  grosseiro pode até parecer coisa do passado, mas, na realidade, ainda faz parte de muitos ambientes e empresas. Como lidar com essa situação sem colocar o trabalho e felicidade em risco?</p>
<p>Foi-se o tempo em que o chefe era uma figura de poder intransponível, com postura de ditador, que não poderia ser questionado ou, sequer, receber uma opinião diferente. O chefe ideal deve ter uma postura de liderança, guiando a equipe para os melhores resultados, mas sem centralizar as tarefas ou desmerecer o trabalho dos subordinados. Independente do cargo ou posição na empresa, é indispensável que exista o respeito entre as pessoas, sem falta de educação, mentiras, insultos ou humilhações. Em trabalhos em equipe, tão valorizados atualmente, é necessário ser tolerante e saber delegar tarefas, explorando os diferentes talentos e características de cada um. Mesmo quando há erros ou uma postura não adequada dentro da equipe, é necessário lidar com a situação com muita cautela e sinceridade, sem prejudicar ou insultar outras pessoas.</p>
<p>Se você tem problemas com seu chefe e não perde tempo de criticá-lo para os colegas, é importante também avaliar sua postura dentro do ambiente de trabalho. É importante saber se posicionar dentro da empresa e perante os superiores, exigindo respeito e falando com sinceridade quando acredita que uma situação não está confortável ou que determinada tarefa poderia ser resolvida de outra maneira. É importante embasar suas opiniões com argumentos (até pesquisas prévias em alguns casos), para não deixar brechas para dúvidas ou críticas. Além disso, excessos de faltas, não cumprir horários, fofocas nos corredores, problemas pessoais interferindo na produção e não cumprir os prazos programados podem deixar sua imagem manchada com os superiores e clientes, que adotarão uma postura mais rígida.</p>
<p>Dentro das empresas é necessário buscar o equilíbrio na relação entre o chefe e colaboradores, para que o ambiente e resultados não sejam prejudicados. A comunicação entre os membros deve ser sempre clara, mesmo quando há cobrança ou uma opinião adversa. Além disso, valorize seus companheiros de trabalho, elogiando quando achar que a situação merece, agradecendo quando o chefe orientar em algum problema. Agora se a situação está muito ruim, não há transformações e trabalhar já está desgastante com tantas cobranças e pressões, talvez seja o momento de procurar novas possibilidades e projetos. Afinal, grande parte do nosso dia será focado no trabalho, lidando diretamente com as pessoas daquele ambiente, é necessário estar confortável, para conservar a saúde física e mental.</p>
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		<title>Síndrome de Burnout causa desgaste profissional</title>
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		<pubDate>Tue, 17 Jul 2012 14:02:49 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[A rotina no trabalho se tornou angustiante e quase uma tortura? Se você vive esgotado ao trabalhar, é melhor conhecer um pouco mais sobre a Síndrome de Burnout. Descrita por por H.J Freudenberger em 1974, tem etimologia nas palavras “burn”(queimar) e “out” (externo), uma alusão aos efeitos de esgotamento das capacidades provocados pela síndrome. Diferente [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img class="alignleft size-full wp-image-410" title="burnout2" src="http://coopus.org.br/blog/wp-content/uploads/2012/07/burnout2.jpg" alt="" width="250" height="250" /></p>
<p>A rotina no trabalho se tornou angustiante e quase uma tortura? Se você vive esgotado ao trabalhar, é melhor conhecer um pouco mais sobre a <strong>Síndrome de Burnout</strong>. Descrita por por H.J Freudenberger em 1974, tem etimologia nas palavras “burn”(queimar) e “out” (externo), uma alusão aos efeitos de esgotamento das capacidades provocados pela síndrome.</p>
<p>Diferente da depressão ou da ansiedade, a síndrome atinge predominantemente pessoas que lidam com o público e trabalham em ambiente desgastante. Médicos, enfermeiros, jornalistas, policiais e professores são os profissionais mais afetados, mas isso não significa que outras áreas não são atingidas. Com os ambientes coorporativos cada vez mais opressores, com metas irreais, cobranças de produtividade e pouca flexibilidade, os profissionais ficam cada vez mais doentes.</p>
<p>O primeiro sinal de que algo não vai bem é a mudança gradual no comportamento, com a postura mais irritada e até agressiva dentro do ambiente de trabalho. Pouco a pouco, sem tratamento adequado, há a sensação de incapacidade em alterar a situação e acaba perdendo completamente o interesse pela atividade que exerce. Dessa forma, torna-se uma pessoa negativa com sentimentos de fracasso e pouca autoestima, com problemas de saúde.</p>
<p>O diagnóstico nem sempre é rápido, já que pode ser confundido com a depressão, mas quanto antes procurar ajuda profissional mais rápido será o tratamento. Quando não tratada, a síndrome pode provocar o desgaste emocional e físico, com esgotamento das capacidades e até o direto de afastamento, de acordo com o decreto Nº 3048/99 que regulamenta a Previdência Social. Ao começar sentir-se infeliz com o ambiente de trabalho, procure o aconselhamento de amigos, departamento de Recursos Humanos e até os superiores e tente mudar essa situação o mais rápido possível.</p>
<p><strong>Leitura recomendada: </strong><strong></strong></p>
<p><em><strong><a href="http://www.psiqweb.med.br/site/?area=NO/LerNoticia&amp;idNoticia=70">Psiqweb</a></strong></em></p>
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		<title>A importância da ginástica laboral</title>
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		<pubDate>Mon, 23 Jan 2012 14:00:53 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Coopus</dc:creator>
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		<description><![CDATA[A ginástica laboral é uma série de exercícios realizados no ambiente de trabalho. Geralmente realizada em grupo, com todos os membros da empresa ou equipe, deve sempre ser orientada por um profissional qualificado, como um fisioterapeuta ou educador físico. As atividades, que duram de 10 a 20 minutos,  podem ser aeróbicas ou não, e incluem [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img src="http://coopus.org.br/blog/wp-content/uploads/2012/01/ginastica-laboral-min.jpg" alt="" title="ginastica-laboral-min" width="300" height="200" class="alignleft size-full wp-image-155" />A ginástica laboral é uma série de exercícios realizados no ambiente de trabalho. Geralmente realizada em grupo, com todos os membros da empresa ou equipe, deve sempre ser orientada por um profissional qualificado, como um fisioterapeuta ou educador físico.</p>
<p>As atividades, que duram de 10 a 20 minutos,  podem ser aeróbicas ou não, e incluem alongamentos específicos para aliviar as tensões causadas pelo  esforço específico do tipo de atividade dos colaboradores.</p>
<p>Os benefícios para a empresa e para o colaborador incluem:</p>
<ul>
<li>Melhoria da integração entre os funcionários no ambiente de trabalho;</li>
<li>Melhoria do ânimo e disposição para o trabalho;</li>
<li>Melhora na produtividade e foco dos colaboradores</li>
<li>Estímulo a prática de esportes e atividades físicas também fora da empresa;</li>
<li>Diminuição de acidentes de trabalho;</li>
</ul>
<p>Além disso, a ginástica laboral tem papel ativo na prevenção de doenças relacionadas ao esforço repetitivo (LER – Lesões por Esforços Repetitivos ou DORT – Distúrbios Osteomusculares Relacionados ao Trabalho).</p>
<p>Para manter os colaboradores interessados nos exercícios, que podem se tornar repetitivos com o tempo, os responsáveis podem promover também uma série de outras atividades como torneios esportivos, recreação e palestras sobre saúde.</p>
<p><em>A imagem que ilustra nosso post de hoje é de <a href="http://www.flickr.com/photos/38261641@N00/6158431265/">habeebee</a>.</em></p>
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